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Burnout: Um Alerta Para Empresas e Profissionais

  • desestressemateria
  • 3 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

A busca incessante por alta performance tem levado muitos profissionais ao limite, e com isso, um tema vem ganhando cada vez mais destaque no ambiente corporativo: o burnout.


Mais do que um cansaço comum, o burnout é um sinal de que algo não está funcionando bem na relação entre o profissional e seu trabalho. Ignorar esses sinais pode gerar prejuízos sérios não apenas para a saúde individual, mas também para os resultados organizacionais.


Neste artigo, abordamos o que é o burnout, seus principais sinais, causas e, o mais importante, como empresas e profissionais podem agir de forma estratégica para preveni-lo e combatê-lo.


O que é burnout?


A Síndrome de Burnout, oficialmente reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é um distúrbio psicoemocional resultante de um estresse crônico relacionado ao trabalho. Seus efeitos comprometem significativamente a motivação, o desempenho e a qualidade de vida dos profissionais.


Apesar de ser mais comum em setores de alta pressão, como saúde, educação e tecnologia, nenhuma área está imune. A combinação de longas jornadas, excesso de responsabilidades, falta de reconhecimento e ambientes tóxicos são gatilhos potenciais para a síndrome.


Principais sinais de alerta


Empresas atentas conseguem identificar comportamentos e padrões que podem indicar que um colaborador está em risco. Alguns sinais comuns incluem:


  • Exaustão física e mental constante

  • Queda de produtividade e motivação

  • Irritabilidade e isolamento

  • Frequência aumentada de faltas ou atrasos

  • Dificuldades de concentração e tomadas de decisão


Se não for tratado, o burnout pode levar ao afastamento do trabalho, quadros de ansiedade e depressão, além de altos custos com turnover e saúde corporativa.


Prevenção e enfrentamento: o papel das empresas

O enfrentamento do burnout exige um olhar estratégico por parte da liderança e da área de gestão de pessoas. Aqui estão algumas práticas recomendadas:


Promover uma cultura de bem-estar

Incentivar pausas, respeitar horários de descanso e estimular o equilíbrio entre vida pessoal e profissional são práticas fundamentais.


Treinar lideranças

Gestores bem preparados são capazes de identificar sinais precoces de esgotamento, agir com empatia e promover um ambiente mais saudável e produtivo.


Oferecer suporte emocional

Programas de apoio psicológico, rodas de conversa, escuta ativa e iniciativas de saúde mental reforçam o cuidado com o colaborador.


Avaliar cargas e processos

Revisar metas, redistribuir tarefas e garantir clareza nas responsabilidades evita a sobrecarga e reduz o risco de burnout em equipes.


E para os profissionais: como se cuidar?


Além das ações organizacionais, é importante que cada profissional também esteja atento à sua própria saúde mental. Algumas atitudes recomendadas:


  • Estabelecer limites claros entre trabalho e vida pessoal

  • Buscar apoio profissional sempre que sentir necessidade

  • Reservar tempo para atividades prazerosas e de autocuidado

  • Comunicar dificuldades e buscar diálogo com a liderança


Comprometa-se com o Bem-Estar Organizacional


O burnout é um desafio real que requer uma resposta coordenada entre empresas e colaboradores. Organizações que reconhecem a importância da saúde mental constroem ambientes mais sustentáveis, engajados e produtivos.


Na Desestresse, apoiamos empresas na implementação de estratégias eficazes para lidar com questões como o burnout, promovendo ambientes mais saudáveis e colaboradores mais engajados.


Entre em contato com a Desestresse e leve saúde emocional e produtividade para sua equipe

 
 
 

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